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As redes sociais – Orkut, Facebook, Twitter, entre outras - são ferramentas que precisam ser exploradas pelas empresas, incluindo o varejo. Mas, não basta publicar uma série de informações. Os empresários precisam orientar o cliente e chamar a sua atenção de maneira criativa. “Não é só para publicar ofertas. Isso todo mundo faz. O empreendedor precisa agregar valor”, afirma Ricardo Pastore, diretor da consultoria de planejamento estratégico Growbiz. 

Se uma loja é voltada para o ramo musical, pode colocar clips, disponibilizar trechos de músicas, mostrar a capa de um cd novo. Se vende calçados, pode mostrar fotos dos pares exibindo cada detalhe do produto. Segundo os especialistas, a palavra para utilizar bem esse tipo de ferramenta é a inovação. “É essencial formar e multiplicar fãs e seguidores da marca”, diz Pastore sobre o Twitter, Orkut e as outras redes sociais. Essa maneira de pensar faz com que essas plataformas sejam elevadas a redes de comunicação, pois permitem a fixação do nome da empresa, o conhecimento sobre a linha de produtos vendidos e despertam a curiosidadede saber mais sobre o assunto. Essas informações, se transmitidas com coerência, valorizam a qualidade da venda. “As pessoas quando pensam em uma marca pensam no conjunto”, afirma Edmour Saiani, sócio-diretor da agência de gestão estratégica Ponto de Referência. O cliente se sente mais satisfeito pelo serviço prestado e mais seguro para uma nova compra. A utilização de mais recursos para apresentar o trabalho de uma companhia interessa o público final. “O consumidor é visto como o protagonista do processo”, afirma Francisco Alvarez, professor de Marketing da USP e responsável pela consultoria de marketing Trade Marketing.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/

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de rodrigo.maruxo@gmail.com (Rodrigo Maruxo Peres)

Todo começo de ano é uma enorme diversão: tiramos a bola de cristal da gaveta e fazemos nossas previsões. Imbuído do melhor espírito "Mãe Dinah" da internet, eu também vou arriscar as minhas!

Na minha opinião, o e-commerce deverá se consolidar, e a internet vai emplacar algumas novidades:

  • Compras Coletivas

Hoje já se somam mais de 70 sites de compras coletivas só no Brasil, nos quais os clientes se juntam para conseguir descontos matadores em serviços ou produtos. Em 2011, o que devemos notar é uma seleção natural desses sites... A maioria deve fechar ao longo do ano pela falta de fôlego financeiro e por problemas com os parceiros de descontos. Alguns poucos sobreviverão e comprarão os menores, se consolidando cada vez mais. O fato é que este tipo de comércio eletrônico veio pra ficar.

  • O Google vem pro e-commerce de vez

Primeiro foi o Google Checkout, depois veio uma loja virtual colaborativa de moda, depois um site de e-books em 2010. Agora, já se fala, no mercado americano, de o Google comprar algum gigante do e-commerce para absorver know-how operacional e para criar sinergia com outras de suas tecnologias. Uma loja bem cotada para entrar debaixo do guarda-chuva do grande G é nada mais, nada menos, que a Amazon. Essa eu quero ver!

  • O Google vem pro e-commerce de vez - parte 2

Já foi a época em que tecnologia era uma barreira de entrada para o e-commerce. Atualmente, opções não faltam. Além das plataformas de software livre como Magento, há opções para todo tipo de bolso. Mas daqui do sofá estou apenas aguardando o dia em que o Google vai lançar sua plataforma de comércio eletrônico, totalmente grátis, com integração de meios de pagamento Google Checkout, com links patrocinados Adwords, análises de métricas com Analytics e tudo mais que ele puder colocar ali dentro. Se você é dono de uma empresa de plataformas de e-commerce, comece a se reinventar já.

  • Computação em nuvem

Já pedindo desculpas pela piadinha mais ou menos, esse negócio não parece ser nuvem passageira. A nuvem fará com que você praticamente não precise instalar programas ou guardar arquivos em seu computador (veja o Google Docs, por exemplo). Tudo ficará lá, na "nuvem" e você terá acesso de qualquer dispositivo com internet. 2011 promete ser um ano de brigas, embates e debates sobre os padrões e mudanças que esta nova forma de se pensar o trabalho com um computador trará.

  • Lojas multitela

Se a coisa já vem bem madura, 2011 vai ser a consolidação da internet em várias telas. Seu cliente comprará ainda mais pelo iPhone, pelo Adroid, pelo iPad e, acredite, às vezes até pelo computador! O fato é que sua loja virtual terá que funcionar e parecer vendedora para seus clientes, independentemente da tela de onde ele a estiver olhando, amplificando assim sua presença junto dele em qualquer hora e qualquer lugar.

  • Personalização de produtos

O cliente já quer faz tempo, mas só agora vejo as empresas pensando a respeito e com mais acesso a tecnologias para fazer isso acontecer. Deixar o cliente customizar seu produto é a chance que os pequenos têm de virar gente grande e se diferenciarem neste mercado cada vez mais concorrido. Dependendo do seu tipo de negócio, pense em uma forma de o cliente poder "brincar" com seus produtos, montando algo exclusivo pra ele. E aí você terá uma loja que vai dar o que falar - e o que vender.

  • Pra finalizar, o amor.

Ah, o amor... No último Shop.org ficou claro que o e-commerce vai para o caminho do amor, que bonito! Amor ao varejo e principalmente aos clientes foi a mensagem passada por lá. Claro que não faltará amor aos lucros também... Na prática, estamos falando de gente cada vez mais engajada no negócio, feliz de fazer parte do fantástico universo do e-commerce. E de tecnologias cada vez mais maduras para gerar proximidade e fidelização com clientes.

Agora é arregaçar as mangas, trabalhar muito e ver o que acontece!

Abraços!

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Fonte: IDG Now

Uma pesquisa realizada pela Fasthosts, provedora de hospedagem de sites londrina, revela que 41% das empresas com sites na internet não investe em SEO (otimização para buscadores), para aumentar a relevância de seus produtos e serviços na internet. Os argumentos apresentados pelas empresas revelam que o custo ligado às ações ainda é alto demais. Em 11% dos casos, houve tentativas anteriores de fazer o trabalho de SEO, mas consecutivas falhas no processo conveceram os empresários a desistir.

Analytics
Para 28% das pequenas e médias empresas fica evidente que a falta do entendimento sobre métricas é o principal culpado pela ausência das ações de search. "São raros os profissionais com entendimento sobre como funcionam esses recursos", diz o diretor de Marketing da Fasthosts, Steve Holford.

Entre todos os respondentes, 27% jamais efetuaram qualquer campanha interativa na internet, e apenas 23% usam as redes sociais para fazer contato com o público consumidor. Quase 40% das empresas ainda não têm contas de email voltadas exclusivamente aos negócios e em apenas 6% dos casos havia um sistema de bate-papo instalado no site para atender clientes. Contudo, 20% dos empresários reconhecem que a falta de iniciativas digitais deve prejudicar os negócios ainda nos primeiros três meses de 2011.

Outro estudo realizado com internautas ingleses revelou que 38% deles realiza qualquer tipo de pesquisa na internet ou em redes sociais digitais, antes de decidir sobre a compra, prestando muita atenção em comentários negativos. Em contrapartida, apenas 14% das empresas respondentes admitiram monitorar sua marca em redes sociais e em engajar com o cliente usando as vias digitais.

SEO + SEM
Holford explica que “Para muitas empresas, a batalha por visibilidade pode ser algo desgastante, além de ser um trabalho em médio ou longo prazo. Cabe às empresas entender como tirar proveito dos baixos custos do clique online e das ferramentas de searchmarketing para, depois de unir o SEO e o SEM (trabalho com links patrocinados), verificar com o podem ajudar nos negócios”.

Por PC Advisor/Londres (Carrie-Ann Skinner)

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