Posted in Marketing Online on Março 09, 2011 por Administrator
Os teens de hoje que têm entre 13 e 18 anos em breve tomarão o poder do mercado de consumo, assim como os seus “antepassados”, a Geração Y. Eles nasceram e vivem na era digital, estão interconectados, super informados, têm um sentimento crítico elevado, são egocêntricos, precisam ser reconhecidos e procuram seus próprios momentos de fama. Para eles, as marcas continuam sendo relevantes em suas vidas para construir sua identidade, aponta a pesquisa “Geração @ e as Mudanças dos Consumidores Teens”.
O estudo realizado pela Enfoque Pesquisa de Marketing no Brasil e apresentado ontem, dia 22, na sede da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa mostra um adolescente cuja vida passa 24 horas por dia nas telas. Principalmente a do computador, para acessar a internet, em que 77% preferem passar o seu tempo, contra 66% da Televisão e 54% do celular. Mas eles não consumem uma mídia de cada vez.
Enquanto estão na internet, os teens multitarefa ouvem música, falam ao telefone e assistem à TV, nesta ordem. O ambiente digital é um território conquistado por eles e onde têm suas próprias linguagens. A disputa pela atenção deste público é cada vez mais feroz. Tudo que se passa na vida deles hoje tem uma tela. Eles não consomem mídia, mas sim conteúdo que os permite interagir e compartilhar, principalmente nas redes sociais.
Geração Display
As redes sociais são parte fundamental na vida dos adolescentes brasileiros para se socializarem, conhecer pessoas, ter reconhecimento e auto-estima. Em seus perfis, eles se mostram como querem ser vistos, geram e compartilham conteúdo constantemente. “Os teens de hoje são autores e protagonistas de seus momentos”, afirma Zilda Knoploch, CEO da Enfoque Pesquisa de Marketing (foto). “É uma geração display. São obcecados por se verem e serem vistos. Até o processo de paquera mudou. Primeiro ele se mostra e depois conhece”, explica.
Agora, as marcas precisam conhecer e interagir com esses jovens que Zilda chamou de Geração @, também denominada por Geração Z. Eles são adolescentes nascidos após 1995. A forma de fazer Marketing tem que ser diferente. “Temos que entrar na vida destas pessoas, acompanhar a vida delas e se relacionar. Não é mais um discurso da marca para o teen, mas uma conversa entre os dois”, diz a CEO da Enfoque.
É uma interação sem fim que tem como base o conteúdo. As marcas que não tiverem conteúdo e um propósito estarão fora do jogo. Elas precisam preencher um espaço que está vago na mente dos novos adolescentes que se mostram sem perspectivas, uma vez que 52% das mais de 1.500 pessoas entrevistas em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, das classes A, B e C, se mostram abertos a morar em outro país. Elas não têm confiança nas empresas, nos políticos, nem no Estado, mas 70% dos garotos e garotas confiam na Igreja, seguida da Seleção Brasileira de Futebol, do Exército, da Rede Globo e dos Bancos.
Em meio a uma fase de transição, os novos teens se mostram materialistas e extremistas em relação às suas emoções. Assim como a Geração Y, querem tudo para ontem e alguns deles já sentem falta de tempo para fazer tudo que gostam. É um fenômeno decorrente da maior gama de atividades diárias além da escola, principalmente nas classes AB. Seus ídolos não estão no esporte, mas sim na família, sendo a mãe a principal.
Sobre o futuro, a maioria não tem ideia do que acontecerá a eles, apenas querem desfrutar o hoje. A diferença é que, na classe A, alguns desejam estudar e trabalhar no exterior. O vasto acesso a informação lhes permite sentir que o mundo cabe em suas mãos. Num ambiente de excessos, a opinião de seus amigos é confiável e mais influente que a das marcas.
A música está presente em todas as situações que este jovem passa, formando a trilha sonora da vida dele mais do que no passado. O que não muda, segundo a pesquisa, é que as marcas continuam representando os códigos de moda para esta geração, seja como pertencimento, para obter status ou até mesmo se diferenciar.
Fonte: Exame
Tags Marketing Online
O Hitwise, serviço da Serasa Experian para marketing digital, anunciou que o Google Brasil respondeu por 92,15% de todas as buscas realizadas no período de 12 semanas consecutivas terminadas em 29 de janeiro deste ano. O buscador Bing ocupou o segundo lugar, com 3,67% das buscas no período no país, alta de 2.32 pontos percentuais na comparação anual do trimestre terminado em 30 de janeiro de 2010, em que ocupava o terceiro lugar.
Entre os Top 10 buscadores mais utilizados pelos internautas brasileiros estão ainda o Google.com, em terceira posição com 2,06%, seguido do Google Portugal, com 0,94%, o Yahoo! Brasil, com 0,62%, o buscador do UOL, com 0,23%, Ask.com, com 0,14%, Yahoo.com, com 0,077%, o Google Espanha, com 0,026% e o Google Reino Unido, com 0,016%.
Os dados do Hitwise fornecem informações semanais sobre a interação de 500 mil pessoas espalhadas geograficamente de maneira que representem a distribuição da população online brasileira, e medem a sua interação com mais de 270 mil websites nacionais e internacionais.
Taxa de sucesso do Buscador UOL e Bing são as maiores
O Buscador UOL e o Bing obtiveram as duas mais altas taxas de sucesso dos top 10 buscadores no período de 12 semana terminado em 29 de janeiro de 2011, 88,68% e 84,64% respectivamente. Isto significa que para ambos os mecanismos de busca, mais de 80% das buscas executadas resultaram em visita a um site. O Yahoo.com atingiu 80,34%, seguido do Yahoo! Brasil, com 79,22%. O Google Brasil ficou com 72,89% de taxa de sucesso.
“Os dados indicaram que no Brasil a maior parte das buscas que se converteram em visitas estão concentradas em duas ou três palavras, excluindo-se aqui os sites adultos. Embora esta seja a média geral dos buscadores, quase metade das buscas do Bing são feitas utilizando apenas uma palavra. Dada a diferença neste perfil, parece natural que as taxas de sucesso sejam diferentes entre si”, afirma Juliano Marcílio, presidente da Unidade de Marketing Services da Serasa Experian para América Latina e executivo responsável pela pesquisa do Hitwise.
“É preciso reconhecer também que o crescimento sustentado do Bing, acrescido de uma taxa de sucesso de mais de 80%, pode sugerir um futuro um pouco mais competitivo no mercado brasileiro de buscas no longo prazo”, conclui Marcílio.
Buscas com três palavras são maioria
As buscas contendo três palavras foram 21,45% do total daquelas realizadas no trimestre terminado em 29 de janeiro de 2010, seguidas por buscas que continham duas palavras, com 20,84%, e uma palavra, 19,58%. As buscas contendo quatro palavras somaram 13,60% do total, enquanto aquelas contendo cinco palavras totalizaram 9,92%.
Pela primeira vez os crimes virtuais, aqueles cometidos pela internet, renderam mais aos bandidos do que os roubos a mão armada. Qualquer pessoa que acessa o computador pode virar uma vítima dos golpistas.
Para contribuir com a proteção contra esses ataques, o especialista em segurança da Site Blindado,Bernardo Carneiro, preparou algumas dicas de segurança para o e-consumidor navegar de forma segura e comprar sem problemas na internet.
1) Verifique se a loja possui alguma certificação de segurança;
2) Em telas que solicitam informações confidenciais, inclusive telas de pagamento, cheque se o endereço no browser foi alterado para HTTPS e se o cadeado do browser foi ativado;
3) Utilize computadores confiáveis;
4) Manter o antivírus atualizado;
5) Abra somente emails de pessoas conhecidas, não clique em links de ofertas ou promessas;
6) Use senhas difíceis de serem descobertas (mais de 8 caracteres, letras e números);
7) Não forneça dados pessoais em sites de relacionamento ou mídia social;
8 Cheque a reputação da loja virtual nos comparadores e shoppings virtuais;
9) Acesse os sites de opinião como o Reclame Aqui para checar como está a avaliação da marca na web.
Bernardo Carneiro é Diretor Executivo da Site Blindado S/A
Fonte: E-Commerce News
Na web, o sol nasce para todos
Posted in E-Commerce on Fevereiro 10, 2011 por Administrator
Graças à internet, a frase “tamanho não é documento” cabe muito bem para o varejista que decide apostar neste canal. Pequenas, médias e grandes empresas que partiram para as vendas online perceberam que os benefícios desta escolha ultrapassaram os limites da web e melhoraram os seus processos, favorecendo todos os canais em que a empresa atua.
Independente do tamanho da empresa, desde que seus processos funcionem eletronicamente, qualquer varejista pode obter sucesso com a sua operação. E isso é um e-commerce de verdade! Afinal, o “” do e-commerce remete a “eletrônico” e utilizar a internet como canal de vendas apenas faz parte disso!
Já o “i-commerce” sim é a venda online e há um bom tempo não anda sozinho. Afinal, muitos já acordaram para o fato de que o cliente é multicanal e por isso a convergência é a nova lei.
O endereço da empresa na web é o único que nunca muda. Além disso, quando bem explorada, a internet possui potencial para gerar demanda maior tanto para a loja virtual como para qualquer outro canal de atuação. Mas a loja online deve fazer parte da estratégia central da empresa, pois ela faz o link entre todos os canais e obriga a empresa a se profissionalizar.
Uma loja online fica aberta 24h por dia, sete dias por semana, para todo o território nacional (e, por que não, para todo o mundo?) sem que seja necessária grande intervenção humana. Mas se ilude quem pensa que pessoas não são importantes neste processo. Muito pelo contrário! Ter processos eletronicamente funcionando é importante, pois assim a máquina cuida da parte chata e as pessoas podem se preocupar em gerar relacionamento com os clientes por meio de diversas plataformas, além de ocupar seu tempo com tarefas criativas.
Além disso, por falar em relacionamento com o cliente, o mesmo comporta-se de forma diferente quando compra pela web e exige mais agilidade, confiança e qualidade. Mais um motivo para nenhuma empresa entrar nessa sem boa preparação.
Com toda esta exigência do público e potencial de negócios, qual empresa consegue manter-se no mercado sem investir muito em tecnologia, processos e pessoas? E falando destes três itens, com todos alinhados, basta definir metas que, proporcionalmente, pequenos e grandes possuem a mesma chance.
Para os pequenos que começam agora, a vantagem é a velocidade que conseguem mudar as coisas. Por isso, acreditem: ao abrir as portas da sua empresa na internet tudo vai mudar a toda hora. A internet está organizada em rede, sem hierarquia e num ritmo violento! Você piscou e já precisa tomar uma decisão imediata e eficiente. Isso para as grandes empresas é um parto! Os pequenos já podem começar trabalhando em rede internamente desde o começo e tudo fica mais fácil. Fora que a prática com as novas plataformas de interação social – Twitter, blogs, Facebook, ByMK e etc – é maior em equipes novas. Afinal, neste estágio a burocracia do departamento de tecnologia ainda não tomou conta.
Em contrapartida, as grandes já possuem marcas bem definidas e cativas do público. Muitas vezes, inclusive, elas nem têm noção de que seus produtos já são comercializados na internet. Por isso que ter o seu ponto oficial de vendas e relacionamento online é tão importante. Dá um trabalho danado construir uma marca e conquistar confiança. Por isso, os grandes possuem anos de vantagem neste sentido! Isso falando apenas de empresas do bem. Caso contrário, meus amigos, vale mais a pena consertar as coisas dentro de casa antes de se arriscar. A internet não perdoa!
Diante do que foi apontado, percebam que o e-commerce não é um segmento como muitos alegam. Pra falar a verdade, em pouco tempo será redundante falar sobre “comércio eletrônico”, pois as empresas que não investirem naqueles três itens que citei estarão com seus dias contados.
A venda online cresce muito. As lojas virtuais faturaram R$1,25 bilhão de janeiro a julho de 2010 e o valor apurado no semestre é 10% superior ao orçamento do Programa Bolsa Família para 2010; é maior que a soma dos orçamentos anuais de cinco ministérios (Comunicações, Cultura, Meio Ambiente, Esportes e Turismo); corresponde à venda 350 mil veículos; equivale ao valor gasto, anualmente, por todas as famílias brasileiras com roupa feminina; e é maior do que a despesa total das famílias do País com gás doméstico.
É mole ou quer mais? Vai começar a pensar de forma digital ou deixar este bonde passar? Cuidado que ele não passa, ele voa!
Graças à internet, a frase “tamanho não é documento” cabe muito bem para o varejista que decide apostar neste canal. Pequenas, médias e grandes empresas que partiram para as vendas online perceberam que os benefícios desta escolha ultrapassaram os limites da web e melhoraram os seus processos, favorecendo todos os canais em que a empresa atua. Independente do tamanho da empresa, desde que seus processos funcionem eletronicamente, qualquer varejista pode obter sucesso com a sua operação. E isso é um e-commerce de verdade! Afinal, o “” do e-commerce remete a “eletrônico” e utilizar a internet como canal de vendas apenas faz parte disso! Já o “i-commerce” sim é a venda online e há um bom tempo não anda sozinho. Afinal, muitos já acordaram para o fato de que o cliente é multicanal e por isso a convergência é a nova lei. O endereço da empresa na web é o único que nunca muda. Além disso, quando bem explorada, a internet possui potencial para gerar demanda maior tanto para a loja virtual como para qualquer outro canal de atuação. Mas a loja online deve fazer parte da estratégia central da empresa, pois ela faz o link entre todos os canais e obriga a empresa a se profissionalizar. Uma loja online fica aberta 24h por dia, sete dias por semana, para todo o território nacional (e, por que não, para todo o mundo?) sem que seja necessária grande intervenção humana. Mas se ilude quem pensa que pessoas não são importantes neste processo. Muito pelo contrário! Ter processos eletronicamente funcionando é importante, pois assim a máquina cuida da parte chata e as pessoas podem se preocupar em gerar relacionamento com os clientes por meio de diversas plataformas, além de ocupar seu tempo com tarefas criativas. Além disso, por falar em relacionamento com o cliente, o mesmo comporta-se de forma diferente quando compra pela web e exige mais agilidade, confiança e qualidade. Mais um motivo para nenhuma empresa entrar nessa sem boa preparação. Com toda esta exigência do público e potencial de negócios, qual empresa consegue manter-se no mercado sem investir muito em tecnologia, processos e pessoas? E falando destes três itens, com todos alinhados, basta definir metas que, proporcionalmente, pequenos e grandes possuem a mesma chance. Para os pequenos que começam agora, a vantagem é a velocidade que conseguem mudar as coisas. Por isso, acreditem: ao abrir as portas da sua empresa na internet tudo vai mudar a toda hora. A internet está organizada em rede, sem hierarquia e num ritmo violento! Você piscou e já precisa tomar uma decisão imediata e eficiente. Isso para as grandes empresas é um parto! Os pequenos já podem começar trabalhando em rede internamente desde o começo e tudo fica mais fácil. Fora que a prática com as novas plataformas de interação social – Twitter, blogs, Facebook, ByMK e etc – é maior em equipes novas. Afinal, neste estágio a burocracia do departamento de tecnologia ainda não tomou conta. Em contrapartida, as grandes já possuem marcas bem definidas e cativas do público. Muitas vezes, inclusive, elas nem têm noção de que seus produtos já são comercializados na internet. Por isso que ter o seu ponto oficial de vendas e relacionamento online é tão importante. Dá um trabalho danado construir uma marca e conquistar confiança. Por isso, os grandes possuem anos de vantagem neste sentido! Isso falando apenas de empresas do bem. Caso contrário, meus amigos, vale mais a pena consertar as coisas dentro de casa antes de se arriscar. A internet não perdoa! Diante do que foi apontado, percebam que o e-commerce não é um segmento como muitos alegam. Pra falar a verdade, em pouco tempo será redundante falar sobre “comércio eletrônico”, pois as empresas que não investirem naqueles três itens que citei estarão com seus dias contados. A venda online cresce muito. As lojas virtuais faturaram R$1,25 bilhão de janeiro a julho de 2010 e o valor apurado no semestre é 10% superior ao orçamento do Programa Bolsa Família para 2010; é maior que a soma dos orçamentos anuais de cinco ministérios (Comunicações, Cultura, Meio Ambiente, Esportes e Turismo); corresponde à venda 350 mil veículos; equivale ao valor gasto, anualmente, por todas as famílias brasileiras com roupa feminina; e é maior do que a despesa total das famílias do País com gás doméstico. É mole ou quer mais? Vai começar a pensar de forma digital ou deixar este bonde passar? Cuidado que ele não passa, ele voa!
Fonte: E-Commerce News
Quando um consumidor consegue encontrar o produto que deseja, com preço que ele considera justo, a venda está praticamente realizada. Porém para aquelas lojas online onde se faz
necessário selecionar a forma de entrega e o valor correspondente, esta acabou de criar uma barreira que normalmente veta metade da possibilidade da concretização da venda. Muitos consumidores preferem comprar em lojas físicas para não ter que arcar com o custo do frete ou procurar outros estabelecimentos que ofereçam a entrega gratuita.
Com a entrada da classe D e E no grupo de possíveis compradores de produtos em loja virtuais, o valor da entrega por muitas vezes chega a ser 20% do valor de pedido baixos, e por ser uma classe não abastada todo centavo conta na hora de finalizar o pedido.
Criar formas para que seus consumidores não se preocupem com o valor da entrega no momento de finalizar o processo de compra, automaticamente estaremos extinguindo uma barreira e criando um diferencial positivo e estimulante para alavancar mais vendas. A forma de entrega gratuita é um fator decisivo para conclusão de vendas, logo se faz necessário amplificar esse fator.
Conforme um estudo realizado pela Compete Online Shopper, algumas informações sobre o que pensam os consumidores de uma forma geral sobre a entrega:
- 93% dos consultados sinalizaram que frete gratuito incentiva a compra online
- 67% dos consumidores afirmam comprar os produtos em loja física para economizar o frete
- Custo elevado de frete foi apontando como uma das principais razões pela insatisfação da experiência de compra
Uma forma interessante é criar parceira com fornecedores para que estes subsidiem parte do frete, ou ainda de alguma forma o próprio lojista subsidiar por completo o frete, visto que exponencialmente suas vendas devem crescer, criando assim um lucro maior ao final do processo, que irá cobrir os gastos com as entregas. Em última instância, tentar praticar o menor frete possível e ou ainda um valor fixo, porque dessa forma poderemos sinalizar o valor da entrega antes mesmo da intenção de compra ser iniciada, criando assim um facilitador mental para o consumidor.
Marcelo Goberto
Fonte: E-Commerce News
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