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O Hitwise, serviço da Serasa Experian para marketing digital, anunciou que o Google Brasil respondeu por 92,15% de todas as buscas realizadas no período de 12 semanas consecutivas terminadas em 29 de janeiro deste ano. O buscador Bing ocupou o segundo lugar, com 3,67% das buscas no período no país, alta de 2.32 pontos percentuais na comparação anual do trimestre terminado em 30 de janeiro de 2010, em que ocupava o terceiro lugar.


Entre os Top 10 buscadores mais utilizados pelos internautas brasileiros estão ainda o Google.com, em terceira posição com 2,06%, seguido do Google Portugal, com 0,94%, o Yahoo! Brasil, com 0,62%, o buscador do UOL, com 0,23%, Ask.com, com 0,14%, Yahoo.com, com 0,077%, o Google Espanha, com 0,026% e o Google Reino Unido, com 0,016%.

Os dados do Hitwise fornecem informações semanais sobre a interação de 500 mil pessoas espalhadas geograficamente de maneira que representem a distribuição da população online brasileira, e medem a sua interação com mais de 270 mil websites nacionais e internacionais.

Taxa de sucesso do Buscador UOL e Bing são as maiores

O Buscador UOL e o Bing obtiveram as duas mais altas taxas de sucesso dos top 10 buscadores no período de 12 semana terminado em 29 de janeiro de 2011, 88,68% e 84,64% respectivamente. Isto significa que para ambos os mecanismos de busca, mais de 80% das buscas executadas resultaram em visita a um site. O Yahoo.com atingiu 80,34%, seguido do Yahoo! Brasil, com 79,22%. O Google Brasil ficou com 72,89% de taxa de sucesso.

“Os dados indicaram que no Brasil a maior parte das buscas que se converteram em visitas estão concentradas em duas ou três palavras, excluindo-se aqui os sites adultos. Embora esta seja a média geral dos buscadores, quase metade das buscas do Bing são feitas utilizando apenas uma palavra. Dada a diferença neste perfil, parece natural que as taxas de sucesso sejam diferentes entre si”, afirma Juliano Marcílio, presidente da Unidade de Marketing Services da Serasa Experian para América Latina e executivo responsável pela pesquisa do Hitwise.

“É preciso reconhecer também que o crescimento sustentado do Bing, acrescido de uma taxa de sucesso de mais de 80%, pode sugerir um futuro um pouco mais competitivo no mercado brasileiro de buscas no longo prazo”, conclui Marcílio.

Buscas com três palavras são maioria

As buscas contendo três palavras foram 21,45% do total daquelas realizadas no trimestre terminado em 29 de janeiro de 2010, seguidas por buscas que continham duas palavras, com 20,84%, e uma palavra, 19,58%. As buscas contendo quatro palavras somaram 13,60% do total, enquanto aquelas contendo cinco palavras totalizaram 9,92%.

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Se não está no Google, não existe." O internauta que usar o próprio Google para descobrir quem disse isso pela primeira vez vai achar pelo menos 398 resultados que levam a todo tipo de site e blog - e isso apenas em língua portuguesa. Mas, apesar de muito repetida, essa afirmação é verdadeira? Segundo a empresa de pesquisas ComScore, 63,5% dos americanos recorreram ao Google para localizar informações na internet em dezembro de 2008. Por aqui, essa preferência é ainda mais nítida. De acordo com a consultoria Predicta, os brasileiros utilizaram o Google para 94,8% de suas pesquisas no mês de janeiro.


Para uma pequena ou média empresa que precisa ser encontrada entre os mais de 174 milhões de domínios registrados na internet, apenas estar no Google pode não ser suficiente para existir - o que, nesse mundo, significa aparecer logo de cara. Segundo um estudo da consultoria americana Jupiter Research, 68% dos internautas não passam da primeira página dos resultados de suas pesquisas - seja no Google, seja em outros sites do gênero, como Yahoo! e Live Search, da Microsoft. Na prática, significa que para ser visto é imprescindível estar entre os dez primeiros lugares nos resultados.

Existem basicamente duas maneiras de uma pequena ou média empresa aparecer no início dessas listas. Uma é comprar dos sites de busca palavras que as façam constar entre os links patrocinados, que costumam ficar ao lado ou acima do resultado das pesquisas depois que o usuário digitou determinadas palavras. A outra é ter um site que chame a atenção das máquinas programadas pelos sistemas de busca. Elas organizam os endereços encontrados por ordem de relevância - ou seja, que atendam a critérios como presença de palavras-chave relacionadas ao tema da pesquisa e quantidade de referências feitas por outros sites, entre outros.

"Links patrocinados são ideais para negócios que procuram resultados rápidos", diz Thiago Bacchin, da Cadastra, empresa de marketing em sites de busca. "E conquistar uma boa posição na pesquisa comum traz resultados no longo prazo." Frequentemente, pequenos e médios negócios que aparecem nas primeiras colocações combinam as duas coisas em diferentes momentos do crescimento. Veja a seguir as estratégias de cinco pequenas e médias empresas que conseguiram conquistar boa visibilidade na internet e seu efeito nas vendas.


Usar uma lógica diferente da dos concorrentes 
Quem assistiu ao filme Marley e Eu, que conta as muitas confusões reais causadas por um labrador bagunceiro, deve se lembrar da cena em que Marley pula do banco traseiro do carro em movimento para o colo do dono e, dali, escorrega pela janela do passageiro. Suponha que um dono desesperado de algum desses Marleys tenha saído do cinema e, ao chegar em casa, procure uma solução para o problema na internet - afinal, há de tudo na rede. Uma forma óbvia de pesquisa seria digitar, por exemplo, "cão agitado no carro" no Google. Nesse caso, o primeiro link sugerido seria o da BitCão, uma pequena pet shop localizada no Rio de Janeiro.

Como pode um negócio tão pequeno como a BitCão, que neste ano deve faturar pouco mais de 1 milhão de reais, aparecer à frente de empresas muito maiores no setor, como Cobasi e Pet Center Marginal? A resposta está na lógica do site e do modelo de negócios da empresa. Ao idealizar a BitCão, o casal Wilson Celeste, de 53 anos, e Cláudia Pizzolato, de 45, partiu do pressuposto de que já havia uma infinidade de pet shops - mas não uma direcionada a ajudar os clientes a lidar com o mau comportamento de seus cães. Por isso, em vez de dispor coleiras, ossinhos e brinquedos por categoria, como fazem os concorrentes, o site da BitCão é organizado de acordo com o comportamento que os produtos podem ajudar a modificar. Ao entrar no site, o consumidor encontra primeiro uma lista de dezenas de problemas, como "rói coisas" e "late demais". Ao clicar num deles, aparecem instruções para resolvê-los - e só depois vem uma lista de sugestões de produtos que ajudam na tarefa. "Já recebemos pedidos de Portugal e Angola", diz Celeste. "E muita gente que nos encontra na internet por acaso vira cliente fiel."


Explorar um assunto em evidência 
O paulistano Marcio Kumruian, de 35 anos, sócio da Netshoes, que vende artigos esportivos pela web, conseguiu fazer suas vendas dispararem ao pegar carona num assunto em evidência nos meios de comunicação. Torcedor do Corinthians desde criança, Kumruian foi pego de surpresa em dezembro de 2008 pela notícia de que o atacante Ronaldo seria contratado pelo time. Em 2 horas, ele mandou estampar o nome Ronaldo e o número 9 em cerca de 500 camisas do Corinthians que estavam no estoque. Enquanto isso, diversos termos e combinações de palavras relacionados ao jogador e ao Corinthians foram comprados nos espaços destinados a links patrocinados nos sistemas de busca.

Assim, corintianos que procurassem novidades sobre o assunto na rede veriam, logo na primeira página de resultados, um anúncio das camisas. "A intenção era fisgar as pessoas enquanto elas não comprassem sua camisa noutro lugar", diz Kumruian. Todas foram vendidas no mesmo dia e, nos três seguintes, as vendas quintuplicaram. "Foi um fenômeno", diz Kumruian. De forma intuitiva, o empreendedor aplicou um princípio que passou a valer com força depois da internet. "As pessoas não são. Elas estão", diz Walter Longo, diretor de estratégia e inovação da agência Young & Rubicam. "A internet permite captar com mais precisão o consumidor no momento propício, e é isso que muitas empresas não entenderam."


Colocar-se no lugar do cliente 
Com sede em São Paulo, a Eletrônica Santana vende em sua loja virtual de eletroeletrônicos uma grande diversidade de itens, que vão de pilhas a câmeras de vigilância e centrais telefônicas. Nem sempre o consumidor conhece os produtos pelo nome técnico. É "aparelho de ramais", "PABX", "sistema de PABX" ou nada disso? A rigor, diz Rubens Branchini, de 33 anos, diretor comercial e filho do fundador da empresa, o correto é "central de PABX" - mas a empresa não pode correr o risco de perder uma venda só porque o usuário digitou outra coisa.

Desse modo, embora a Eletrônica Santana comercialize 2 000 itens, Branchini já mandou comprar cerca de 10 000 termos, em diferentes ocasiões, no Google e no Yahoo! - para os quais são direcionados cerca de 75% da verba de marketing. Gerenciar esse monte de palavras não é simples. Para anunciar um único produto, pode ser interessante utilizar três ou mais combinações diferentes. "Acompanhamos diariamente quais termos estão dando mais resultado para saber quais podem ser abandonados e dar espaço a outras tentativas", diz Maurício Marquez, responsável por esse trabalho. Desde 2004, quando a estratégia entrou em prática, as vendas pelo site cresceram anualmente 60%, em média. No ano passado, a Eletrônica Santana faturou 8 milhões de reais. Neste ano, o comércio eletrônico deve incrementar suas receitas em 35%.


Manter um site útil e fácil de navegar 
Há dois anos, os paulistas Kleberson Leite, de 31 anos, e Ricardo Tonus, de 34, criaram o CCFácil, um site para vender consultas de crédito avulsas pela internet a pequenos negócios que precisam delas esporadicamente. No início, para chegar a esse mercado, os sócios compraram termos como "pendências" e "cheque sem fundo" para estar nos espaços reservados a links patrocinados nos resultados dos sites de busca. "As vendas dispararam", diz Tonus. "Mas logo os concorrentes fizeram o mesmo e ficou mais difícil se destacar naquele espaço."

Para aparecer nos primeiros lugares das buscas do público potencial - e manter-se ali -, os sócios vêm investindo no site para torná-lo cada vez mais completo, rápido, de navegação fácil e simples de consultar. O raciocínio é o seguinte: se um site tiver conteúdos que os internautas considerem úteis e se for fácil utilizá-lo, as visitas tendem a aumentar. "Audiências crescentes são lidas pelos sistemas de busca como um indicador de que a relevância do site aumentou", diz Luiz Felipe Cota, sócio da Goomark, especializada em marketing online. Isso ajudou o CCFácil a ganhar posições em relação a outros links patrocinados. Ao mesmo tempo, o site cada vez mais relevante ajuda a empresa a manter-se bem colocada na busca comum e a cativar o público. Em janeiro deste ano, o número de clientes que pagaram por uma segunda consulta chegou a 30 000 - dez vezes mais do que em janeiro de 2008.


Concentrar o foco no público-alvo
Pode parecer estranho que, ao colocar no site conteúdos que interessam apenas a um público muito específico, uma pequena ou média empresa possa aumentar sua visibilidade num meio em que todas parecem lutar de forma aguerrida para subir a audiência. Foi o que fez o administrador de empresas Walter Sabini Junior, de 36 anos, fundador da paulistana Virid, que faz campanhas de e-mail marketing para marcas de grandes corporações, como Volks, Fiat e Grupo Pão de Açúcar. Durante algum tempo, Sabini acreditou que a compra de um termo abrangente, como "e-mail marketing", seria a melhor estratégia para a empresa aparecer bem posicionada no espaço reservado aos links patrocinados nos sites de busca. "De fato, as visitas aumentaram bastante, mas quase não deram origem a novos negócios ou mesmo a pedidos de mais informações", diz Sabini. O problema era que, entre os visitantes, poucos pertenciam a equipes de marketing de grandes empresas - o público que a Virid realmente precisava atingir.

Ao perceber isso, Sabini desistiu da compra de termos. Ele passou a colocar no site artigos, vídeos e entrevistas para profissionais interessados em temas bem específicos, como legislação e certificação digital para e-mail marketing. Como o site é um dos poucos que passaram a trazer esse tipo de informação de forma estruturada, foi rapidamente descoberto pelo público desejado - tornando-se mais relevante, de acordo com os critérios dos sistemas de busca. Depois, a ascensão do serviço de e-mail marketing da Virid para os primeiros lugares foi uma decorrência. Hoje, 80% das empresas que entram em contato para saber mais sobre o serviço da Virid o descobriram em sites de busca.


Fonte:
Portal exame: http://exame.abril.com.br/revista-exame-pme/

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Fonte: IDG Now

Uma pesquisa realizada pela Fasthosts, provedora de hospedagem de sites londrina, revela que 41% das empresas com sites na internet não investe em SEO (otimização para buscadores), para aumentar a relevância de seus produtos e serviços na internet. Os argumentos apresentados pelas empresas revelam que o custo ligado às ações ainda é alto demais. Em 11% dos casos, houve tentativas anteriores de fazer o trabalho de SEO, mas consecutivas falhas no processo conveceram os empresários a desistir.

Analytics
Para 28% das pequenas e médias empresas fica evidente que a falta do entendimento sobre métricas é o principal culpado pela ausência das ações de search. "São raros os profissionais com entendimento sobre como funcionam esses recursos", diz o diretor de Marketing da Fasthosts, Steve Holford.

Entre todos os respondentes, 27% jamais efetuaram qualquer campanha interativa na internet, e apenas 23% usam as redes sociais para fazer contato com o público consumidor. Quase 40% das empresas ainda não têm contas de email voltadas exclusivamente aos negócios e em apenas 6% dos casos havia um sistema de bate-papo instalado no site para atender clientes. Contudo, 20% dos empresários reconhecem que a falta de iniciativas digitais deve prejudicar os negócios ainda nos primeiros três meses de 2011.

Outro estudo realizado com internautas ingleses revelou que 38% deles realiza qualquer tipo de pesquisa na internet ou em redes sociais digitais, antes de decidir sobre a compra, prestando muita atenção em comentários negativos. Em contrapartida, apenas 14% das empresas respondentes admitiram monitorar sua marca em redes sociais e em engajar com o cliente usando as vias digitais.

SEO + SEM
Holford explica que “Para muitas empresas, a batalha por visibilidade pode ser algo desgastante, além de ser um trabalho em médio ou longo prazo. Cabe às empresas entender como tirar proveito dos baixos custos do clique online e das ferramentas de searchmarketing para, depois de unir o SEO e o SEM (trabalho com links patrocinados), verificar com o podem ajudar nos negócios”.

Por PC Advisor/Londres (Carrie-Ann Skinner)

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